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Pedro Taam

Nasci em 1989, no Rio de Janeiro.

Uns poucos anos depois, iniciei meus estudos de piano, no Colégio Santa Marcelina.

Em 2005, sob a orientação do Marcelo de Alvarenga, participei dos meus primeiros concursos de piano. Fui primeiro lugar em dois, terceiro em um e recebi menção honrosa em outro.

Em 2007 iniciei minha graduação em Física, na UFRJ.

Em 2008, comecei a escrever para o Aguarrás – Pensamento em Arte (ISSN-1980-7767), periódico científico sobre artes idealizado e criado pela artista plástica Carolina Vigna.

Em 2011 assumi a editoria do Aguarrás, onde permaneci até seu fechamento.

Entre 2012 e 2013 morei em Berlim, por conta de um intercâmbio acadêmico.

2014 foi um ano produtivo: 

– fundei a Taam – Traduções Editoriais com Flavio Taam,

– me formei Bacharel em Física com Habilitação em Física Médica pela UFRJ, com breve período sanduíche na Beuth Hochschule für Technik de Berlim,

– passei a integrar a classe de piano do professor Silvio Baroni, em São Paulo,

Em 2015, finalmente, me mudei para São Paulo. Dei um pequeno recital na série dominical do MuBE. A respeito desse recital, escrevi um pequeno artigo que está aqui no site.

Em 2016, entrei no mestrado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP, sob orientação da professora Lucia Santaella. Meu objeto de estudo é a sétima sinfonia de Dmitri Shostakovich. Faço uma triangulação dessa sinfonia com a semiótica de Charles S. Peirce (e a teoria das matrizes de Lucia Santaella) e um pouco do pensamento de Gilles Deleuze. Palavras-chave são: quali-signo icônico remático; matriz sonora da linguagem; máquina de guerra; Charles S. Peirce; Lucia Santaella; Gilles Deleuze; Félix Guattari.